Paz e natureza




Busca

OUTONO NA FLORESTA

Com o início do outono, os visitantes do Parque Nacional da Tijuca podem usufruir das atrações naturais, históricas e culturais desta Unidade de Conservação Federal, onde encontramos um clima ameno, paisagens de rara beleza, grutas, rios e cachoeiras.

Alguns cuidados merecem ser lembrados, para o conforto e segurança do cidadão e, simultaneamente, a conservação da natureza.

* As tempestades de fim de tarde, ou de verão, representam riscos de aumento de erosão nas encostas. Aliadas ao lixo indevidamente deixado nas trilhas e vias de circulação, contribuem para o entupimento de canaletas e bueiros onde as águas circulam. O lixo também contamina as nascentes e rios, obstrui a passagem natural da água, o que causa transbordamentos e as enchentes.

* Traga sempre um saco plástico e recolha seu lixo, depositando nas caçambas de coleta.

* Para sua própria segurança, dê preferência aos passeios no período da manhã, quando há menos incidência de chuva e maior claridade. Não esqueça: anoitece cedo na floresta.

* Proteja o corpo da picada de insetos e cobras, especialmente na área dos pés e tornozelos, com uso de tênis de cano longo ou botas.

* Em caso de chuva forte, evite canais e trilhas que possam correr grande volume de água, nesta situação, pode representar uma enxurrada.

* Em caso de raios, saia imediatamente das partes mais altas da montanha, não fique sob árvores. Procure sair rapidamente do local.

Denise Alves - Educação Ambiental - IBAMA

Atenção!
Procure sempre o auxílio de um guia especializado para o passeio em trilhas do Parque. As trilhas não estão sinalizadas. Além de maior segurança, o guia poderá revelar novos aspectos e atrações deste santuário da natureza.

CUIDE-SE

Apresentamos, a seguir, algumas precauções a serem tomadas em relação a animais peçonhentos.

A visita ao Parque e um momento especial de integração com a natureza que exige alguns cuidados. Algumas espécies da flora e da fauna podem causar danos à saúde, caso o visitante haja de forma inadequada. Por exemplo, pisando em cobras ou colocando a mão em lugares onde aranhas, lacraias e escorpiões costumam ficar, tais como troncos de árvores em decomposição, sob folhas ou entulhos. Buracos no solo ou em árvores também podem ser moradias de animais.

É importante tratar o assunto com naturalidade, sem criar, alarme, lembrando que todas as espécies são necessárias ao ecossistema.

* Procure cobrir membros superiores e inferiores, usando roupas que protejam o corpo de picadas de insetos: calça comprida e camiseta de manga.

* É importante lembrar que as cobras não atacam o ser humano, atingindo-o apenas quando se sentem ameaçadas. Assim, fique atento para não pisar em animais.

* O uso de bota alta, até o joelhos, é a melhor proteção, especialmente para as pessoas que andam em trilhas. Para o passeio em vias asfaltadas e áreas de lazer, recomendamos uso de tênis e botas até o tornozelo.

* Trazer repelente para inseto e medicamentos para primeiros socorros.

* Em caso de picada de cobra, aranha, lacraia ou escorpião, ou qualquer outro contato que provoque reações ou apresente risco para a saúde, procurar imediatamente hospitais especializados. É importante levar uma descrição do animal ou o próprio animal morto, se no episódio ele tiver falecido, para a facilitar a definição do soro mais indicado.

Apresentamos, abaixo, alguns hospitais que são centro de referência em animais peçonhentos. Eles podem dar orientação sobre a prevenção e o tratamento, além de possuir soro apropriado. Nestes locais, é possível também dispor de vacina e soro anti-rábico para tratamento de mordidas de mamíferos como cão, quati, macaco, gambá, cotia, raposa, entre outros

* Hospital Municipal Lourenço Jorge - Núcleo de Epidemiologia
AV. Ayrton Senna, 2000 - Barra da Tijuca - fone: 2431 1818 ramal 299

* Hospital Municipal Souza Aguiar - Praça da República - Centro
Fone: 2296 4114

* Hospital Universitário Clementino Fraga Filho/UFRJ
Centro de Informações Tóxico-Farmacológicas do Rio de Janeiro
AV. Brigadeiro Trompovsky s/n - UFRJ - subsolo, sala SSNO2 - Fundão
Fone: 2564 2010 - 2270 6893